CAPRINOVINOCULTURA

"NO BERRO DO BODE E DO CARNEIRO A ESPERANÇA DO NORDESTE BRASILEIRO"

domingo, 8 de setembro de 2013

CONFIRMADA EXPOSERTÃO 2013

Uma parceria entre a UNEB e a ACEC proporciona o retorno de EXPOSERTÃO 2013, para o Parque Apromiano Campos. Já está sendo formatado o novo material de divulgação com a inclusão dos novos parceiros.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

A formatação da EXPOSERTÂO 2013, foi definida em reunião realizada hoje, 27/08/2013, com participação da ACEC, SEBRAE, SEGRI MUNICIPAL, ADAB, EBDA, CAR, CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, UNEB E CDL. A direção tomada pelos parceiros presentes sinalizou para uma nova roupagem para o evento e além do tradicional leilão e da Exposição de Caprinos e Ovinos estaremos desenvolvendo ações com foco na agricultura familiar, preservação ambiental e agricultura. As principais ações sugeridas foram a inclusão da agricultura familiar apresentando seus produtos em stands, envolvimento do restaurantes e hotéis com divulgação da culinária regional, participação da comunidade com artesanatos, produtos e cultura regional, espaço para o produtor de milho e feijão e outras ações atribuídas a cada instituição para apresentar na próxima reunião prevista para o dia 11/09/2013, a possibilidade de realização. Considerando a expectativa de boa safra de feijão e milho, a volta das chuvas e disposição das entidades parceiras a exposição de 2013, sinaliza para ser uma das melhores de todos os tempos.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

REGIMENTO EXPOSERTÃO 2012. 1. A XIV EXPOSIÇÃO será realizada no período de 15 a 18 de novembro de 2012, no CLUBE DOS 100, em Euclides da Cunha / BA, com a seguinte programação: Dia 15: Reunião da ACEC com os agentes financeiros, cursos, palestras às 18:00 hs, entrada de animais a partir das 9:00 hs, e abertura oficial da exposição às 19:00 hs. Dia 16: Julgamento das raças ANGLONUBAINA, BOER, SANTA INÊS E DORPER, a partir das 14:00 hs Dia 16: Entrega da premiação às 18:00 hs Leilão às 19:00 hs. Durante o evento haverá FORRÓ PÉ DE SERRA no Espaço do Forró. I - DAS FINALIDADES 1. A EXPOSIÇÃO tem como finalidade: 1.1 Fomentar o agronegócio na região, promovendo cursos e palestras, em busca da integração dos produtores em geral. 1.2 Estimular o melhoramento genético, propiciando o intercambio comercial, inclusive com a realização de leilão de animais puros e melhorados. 1.3Envolver os agentes financeiros no sentido de facilitar o acesso ao crédito, principalmente para os pequenos agricultores familiares. II – DAS METAS 1.Disponibilizar aos criadores e pequenos agricultores familiares, matrizes e reprodutores Puros e Melhorados das diversas raças caprinas e ovinas, com expectativa de comercialização de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), financiados ou não pelos agentes financeiros presentes. III - DOS CRITÉRIOS DA ADAB 1.Planejamento com antecedência mínima de 30 dias para realização da feira. 2.Boas condições de acomodação, nutrição e segurança. IV - DA ADMISSÃO DE ANIMAIS NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO 1.Todos os animais serão obrigatoriamente examinados por médico veterinário, antes de sua admissão ao recinto da exposição, não sendo permitido o acesso de animais com sintomas clínicos de doenças infecto-contagiosas a exemplo da CAE, Brucelose e Linfadenite (mal do caroço) ou portadores de ectoparasitos. 2.Exame negativo para CAE para caprinos machos e fêmeas acima de 12 meses, realizado no máximo 60 dias antes da data de encerramento do evento. 3.GTA obrigatória para todos os animais. Obs. A alimentação dos animais fica a cargo de seus proprietários. V – DAS BAIAS E CURRAIS 1.Os produtores interessados em vender animais deverão providenciar antecipadamente, inscrição no leilão e ou reserva de Baias conforme abaixo: Leilão: R$ 100,00 (cem reais) por lote. Baias: R$ 100,00 (cinquenta reais) Inscrição Pista: 10.00 (dez reais) BAIAS LIMITADAS Sócios adimplentes 50% de desconto. 2.Os interessados em financiamentos deverão procurar as instituições financeiras com antecedência para providenciar o cadastro bancário. EXPOSIÇÃO RANQUEADA “SÓCIOS REGULARES DA ACCOBA TERÃO BONOS DE 10% NA PREMIAÇÃO” Premiação proporcional ao número de animais julgados com limites máximo de 50% e mínimo de 10% por raça. Valor a definir ACEC PARQUE APROMIANO CAMPOS Euclides da Cunha – BA, CEP: 48.500.000 Email: acec2008@hotmail.com CONTATOS -
Gabriela: Tel 75-99986638 Maurício Bodão: 75-99423132 (noite) Pedro Paulo: 75-98398640

sábado, 27 de outubro de 2012

Reunião Seagri

A diretoria da ACEC representada pelo presidente Helder Lima e o vice Pedro Paulo, em audiência com o Secretário de Agricultura Eduardo Salles conseguiu a liberação de recursos para a realização da Exposertão 2012. Segundo nossos diretores o secretário se mostrou bastante entusiasmado com a atividade e inclusive confirmou presença na exposição, o que mostra seu comprometimento com a caprinovincultura que surge como a solução para a os pequenos e médios produtores do nordeste. Apesar da seca que assola nossa região não temos dúvidas que a exposição será um sucesso, conforme ocorreu nas anteriores, com expectativa de superarmos a exposição de 2010, quando chegamos a receber 500 animais no Parque de Exposições gerando negócios em valores superior a 1 milhão de reais. Vale ressaltar que a EXPOSERTÃO tem como foco principal o fomento da atividade, a realização de palestras, troca de informações e negócios. Motivo pelo qual não contratamos grandes bandas nem fazemos shows com super produções como ocoria no passado desviando o foco negocial do evento. Essa informação pode ajudar aos políticos desavisados que não conhecem nossa realidade e acabam achando que o evento é pequeno, como ocorreu rescentemente de um deputado citar exposiçãozinha referindo-se ao evento de 2011, não sabendo ele que os maiores criadores do Brasil estavam aqui, que o carneiro mais caro do Brasil estava aqui, que o evento gerou negócios na casa dos quinhentos mil reais. Enfim se estivesse o pólitico presente em nossa cidade não tinha passado por essa triste situação e quem sabe até teria apoiado o evento, fato que não ocorreu.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Fim da Zona Tampão na Bahia - Matéria da Seagri

A Zona Tampão está oficialmente extinta na Bahia. A Instrução Normativa 45 do Ministério da Agricultura, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, (28), torna a pecuária baiana mais justa e igualitária nos municípios de Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia, Formosa do Rio Preto. A partir de agora, cerca de 10 mil criadores, com um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças passam a integrar a comercialização e o trânsito de animais em todo o Estado. “A partir deste momento o governo Jaques Wagner entra para a história da pecuária”, disse o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, acrescentando que “era uma injustiça termos duas Bahias, a que podia e a que estava sacrificada pela Zona Tampão”.

O governador Jaques Wagner comemorou a notícia e destacou que, livre da Zona Tampão, a pecuária baiana está pronta para crescer ainda mais. "O fim da Zona Tampão é emblemático por representar o sucesso da parceria entre os governos de dois estados, produtores e Ministério da Agricultura - todos unidos em busca de um objetivo único. Ganha a pecuária baiana, cada vez mais forte, e a sociedade, com o aquecimento da economia e a geração de empregos e renda".

De acordo com o secretário, “a extinção da Zona Tampão era uma anseio do governo e dos municípios, que agora vão viver outro momento, com importantes impactos sociais e econômicos. As terras serão valorizadas, os rebanhos poderão ser comercializados sem restrições, e a economia será aquecida, com geração de empregos e renda”.

“A Bahia é detentora do maior rebanho bovino da região Nordeste e tem apresentado, nos últimos anos, uma estabilidade sanitária referenciada nacionalmente, apontando para o fortalecimento da defesa agropecuária baiana”, destaca o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Cássio Peixoto, lembrando que os índices de imunização contra a febre aftosa nos municípios componentes da Zona Tampão comprovam a evolução da qualidade e da consciência do criador quanto à necessidade de vacinar os animais. Na primeira etapa da campanha contra a febre aftosa, em maio deste ano, a região da Zona Tampão imunizou 98,77% do rebanho, ficando acima da média estadual.

Para o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, “esta é uma conquista da Bahia, do trabalho desenvolvido pelo Estado e pelos oitos municípios que estavam na zona tampão. Nós, como técnicos, ficamos felizes em ver o empenho do governo, das lideranças e dos produtores para alcançar esse resultado. Nós fizemos apenas referendar o dever de casa que a Bahia fez para erradicar a zona tampão”.

A superintendente federal do Ministério da Agricultura na Bahia, Maria Delian Sodré, também comemorou a conquista, “resultado da luta conjunta do Mapa e da Seagri, e do esforço do governador Jaques Wagner junto ao governo do Piauí”. Ela destacou também o trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Adab, “que foi fundamental”.
“Vamos dar igualdade aos pecuaristas. Agora não tem mais duas Bahias”, disse Ricardo Barata, presidente da Associação de Criadores de Gado do Oeste, Acrioeste. Ele avalia que o fim da zona tampão vai permitir que os agentes financeiros abram novas linhas de financiamento, vai criar facilidades para a comercialização e o melhoramento genético do rebanho da região.

PACTO FEDERATIVO

A extinção da Zona Tampão é fruto de um intenso trabalho de dedicação e empenho por parte dos produtores e dos governos baiano e piauiense após uma ampla pauta de ações pactuadas entre o MAPA e os governos da Bahia e do Piauí. As ações para a extinção da Zona Tampão começaram a ser analisadas após um parecer emitido pelo Ministério no final de 2009, que permitiu a elaboração de um documento pela redução da área. A proposta, baseada nas ações de vigilância ativa desenvolvidas pela Adab, foi encaminhada ao Mapa e em março deste ano ficou estabelecido o Pacto Federativo, proposto pelo governo baiano, determinando uma série de critérios, metas e sorologia para avaliar a sanidade dos rebanhos da Bahia e Piauí.

Após a assinatura do Pacto Federativo entre MAPA/Seagri-BA/ Secretaria de Desenvolvimento Rural-PI, grandes esforços técnico-administrativos foram implementados com aumento significativo no cadastramento de produtores e rebanhos e georreferenciamento de todas as propriedades, fortalecendo o sistema de atenção e vigilância veterinária. O controle rigoroso do trânsito de animais susceptíveis à aftosa entre os estados do Piauí e Bahia foi outra ação intensificada pelas unidades federativas, assim como a realização de um trabalho metodológico e continuado em todas as linhas da educação para despertar a consciência sanitária por parte das comunidades sócio-rurais envolvidas.

Com apoio dos produtores e iniciativa privada, a Adab assegurou a sanidade dos animais, através das ações cooperadas, para a consecução das metas estabelecidas no Pacto Federativo. Além das vacinações, a Adab cumpriu com todas as exigências do MAPA, entre elas a reestruturação das unidades de fiscalização do trânsito, abrangendo melhoria dos postos fixos, monitoramento via satélite e a capacitação continuada dos técnicos.

O aumento do número de vacinações assistidas e oficiais, monitoramento epidemiológico em áreas de risco e vigilância nas propriedades constituíram outras ações de promoção do fortalecimento do sistema de defesa da região. Além disso, a informatização da base cadastral das unidades produtivas com a implementação do Sistema de Defesa Agropecuária e a emissão da GTA eletrônica contribuíram para garantir que o rebanho da Zona Tampão estava definitivamente livre para o trânsito e o comércio na Bahia e em todo o território brasileiro.

“Com o trabalho em conjunto e a intensificação das ações foi possível realizar todo este trabalho em pontos estratégicos da Zona Tampão, assegurando um sistema de vigilância eficiente e eficaz, fator decisivo para o programa de erradicação da febre aftosa na Bahia”, destaca o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, ressaltando que todas as exigências do MAPA foram plenamente atendidas pela Adab e seguiram as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OIE), entidade reguladora da qualidade sanitária dos alimentos mundialmente comercializados.


PERSPECTIVAS

Para a Bahia, dentre as perspectiva esperadas, destaca-se o incremento do negócio pecuário local e uma maior integração do setor agroprodutivo do Oeste baiano com o Sul piauiense, proporcionando o surgimento de um pólo de alto potencial agropecuário.

Com a elevação do status sanitário do Estado do Piauí e a conseqüente extinção da Zona Tampão do Estado da Bahia, espera-se em curto prazo, a unificação da sanidade animal do Estado e o aumento do valor agregado à pecuária regional com aquecimento da comercialização dos animais de produção. “A qualificação do sistema de vigilância agropecuária, habilitando o Estado da Bahia quanto aos aspectos sanitários para o mercado internacional de carnes, em especial à União Européia, também é um estímulo à produção local e contribuirá para colocar o rebanho baiano em condições de competitividade”, avalia o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.

“Agora projeta-se um fortalecimento do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa e um novo cenário para a pecuária nacional tornando-a mais igualitária, competitiva e com possibilidades reais de inclusão social, alinhando-se, dessa forma, com o grande projeto nacional de aceleração do crescimento”, finaliza Cássio Peixoto.


ZONA TAMPÃO

A Zona Tampão no Estado da Bahia compreendia uma área de 58.201 km², situada no norte do Estado. Ela foi estabelecida pelo MAPA como uma área de proteção para impedir a entrada de animais com possibilidade de estarem infectados pelo vírus da aftosa, uma vez que a Bahia faz divisa com estados cujo risco de infecção, até então, era desconhecido. O rebanho local possui uma população de 255 mil bovinos, 600 mil caprinos e 240 mil ovinos. Em nível de serviços de atenção veterinária possui duas gerências técnicas, oito escritórios de atendimento à comunidade, oito barreiras fixas e diversas móveis com efetivo de 64 auxiliares de fiscalização, 17 auxiliares administrativos e nove médicos veterinários.

Apesar dos avanços obtidos com o estabelecimento desta área, no decorrer dos últimos 10 anos, ainda permaneciam restrições comerciais significativas de impacto econômico regional. “Quase dez mil criadores ficavam à margem do setor pecuário, reduzindo drasticamente a geração de emprego e renda e comprometendo a capacidade de atração de investimentos para o Estado”, avalia Ricardo Barata, presidente da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste), ressaltando ainda que a manutenção da Zona Tampão provocava entraves significativos no desenvolvimento das cadeias produtivas, inviabilizando a qualidade e a conformidade dos rebanhos e produtos deles gerados.

“Essa realidade contrariava toda política pública de estímulo e apoio à agricultura familiarl”, ressalta o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), João Martins. Em sua avaliação, os resultados alcançados no segmento da defesa sanitária animal na região da Zona Tampão já indicavam o pleno cumprimento com o seu papel estabelecido técnica e legalmente em suporte ao Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNFA).



Ascom Adab/Seagri
Ivana Ramacioti / Josalto Alves
3115-2794 3116.8461

PRIMEIRA REUNIÃO 2011

Todos os sócios estão convocados para a primeira reunião de 2011, a realizar-se no dia 25 de janeiro de 2011, com a seguinte pauta:
Exposertão 2011
Comodato do Parque de Exposições
Atualização cadastral dos sócios
Definição da diretoria

Att. Maurício Souza Cruz
Diretor de Eventos

Jefferson Carneiro
Presidente

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Linfadenite Caseosa - recomendações e medidas profiláticas



O Nordeste é a região brasileira onde observa-se a maior frequência deste enfermidade, devido à grande concentração destes pequenos ruminantes, da vegetação contendo espinhos e da falta de orientação adequada aos criadores de caprinos e ovinos, quanto à sanidade de seu rebanho. Estes fatores são de grande relevância na transmissão e disseminação desta patogenia. Para a caprino-ovinocultura nacional trata-se de um sério problema, com perdas econômicas evidenciadas através da diminuição de produção de leite, da desvalorização da pele devido às cicatrizes, ao custo das drogas e da mão de obra para tratar os abscessos superficiais. As perdas na produção são observadas quando o linfonodo afetado está localizado em áreas específicas (mandíbula, região crural, úbere), diminuindo as atividades normais do animal, como a mastigação, a locomoção no pasto, a procura de alimentos e a lactação. Na forma visceral, a doença atinge órgãos o que resulta no emagrecimento, na condenação de carcaças e na morte do animal.

Transmissão

A disseminação do agente etiológico desta doença no meio ambiente deve-se a rutura dos abscessos, cujo material segregado contém um elevado número de organismos viáveis, a habilidade desta bactéria sobreviver no solo por um período longo confirma a presença constante deste agente nos criatórios. A sobrevivência e a persistência do microrganismo em relação ao tempo em diferentes objetos, são as seguintes:


animal: sem limite;
madeira: 1 semana
palha: 3 semanas
forragem (feno): 8 semanas
solo: 8 meses


Outros fatores, como concentração de animais, ferimentos na pele e umidade, concorrem altamente para a transmissão da doença. Quando um animal infectado é introduzido num rebanho livre da doença, dentro de dois a três anos ocorre uma alta incidência do aparecimento de abscessos em todo rebanho.


Os métodos principais de propagação desta doença entre uma propriedade e outra são: a introdução de animais infectados e os equipamentos contaminados (tatuadores, brincadores, etc). Enquanto que, os métodos essenciais de disseminação entre os animais são: a tosquia, na tatuagem, a marcação, na castração, no corte de cauda, na vacinação e contato entre o material purulento dos animais e instalação.


Medidas Profiláticas

Ainda não existe definição quanto ao tipo e à eficiência das vacinas existentes, portanto recomenda-se, como medida profilática, a incisão cirúrgica dos abscessos periféricos antes que se rompam espontaneamente. Uma vacina viva atenuada foi desenvolvida pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, mostrando uma eficiência de 83,33% na prevenção do aparecimento de abscessos superficiais, em caprinos vacinados aos 3 meses e acompanhados por um período de 8 meses. Outro tipo de vacina utilizado é o toxóide a 3%, que conseguiu conter a disseminação do agente infectivo a outras partes do corpo do animal, mostrando resultados promissores. Devido ao período longo de incubação desta doença e à ausência de lesões visíveis à formação dos abscessos, é difícil distinguir clinicamente os animais infectados dos não infectados.


Geralmente, o tratamento com antibióticos não é recomendável economicamente, porque esta terapia demora semanas ou até meses. Além do mais, é quase impossível erradicar esta doença com este tratamento, pois os antibióticos não penetrarem na cápsula dos abscessos. O controle deve ser realizado através de medidas imunoprofiláticas. Para isto, todos os esforços devem ser feitos no sentido de se eliminarem ou reduzir as fontes de infecção e/ou propagação da doença nos rebanhos.

Diagnóstico

No animal vivo ou na carcaça, os métodos utilizáveis para o diagnóstico da doença são:


Realizar exame clínico de palpação dos linfonodos superficiais para verificar se estão aumentados
aspirar o material do(s) abscesso(s) para cultura (isolamento e identificação do agente);
realizar teste sorológico: teste de Inibição da Hemólise Sinérgica (IHS) e ELISA
nas carcaças, deve-se realizar o exame pós-mortem para verificar a presença de abscessos nos linfonodos internos e órgãos, como fígado, pulmão, etc.


Sintomas e causas que confundem no diagnóstico da LC na forma superficial e visceral

Forma superficial

Abscessos causados por Actinomyces pyogenes; Stafilococcus aureus
Edema submandibular (Fascíola hepática e Hemoncose)
Cisto salivar
Linfosarcoma; outros tumores
Inoculação subcutânea de vacinas

Forma Visceral

Subnutrição; Parasitismo
Doença de Jojnes"s
Scrapie
Adenomatose pulmonar
Pasteurelose
Neoplasia
Paratuberculosis


Recomendações

Diante das medidas profiláticas existentes deve-se seguir rotineiramente as recomendações seguintes:

Fazer inspeção periódica do rebanho;
eliminar na medida do possível, os animais com abscessos;
tratar os abscessos, não deixando que se rompam espontaneamente pois o pús constitui foco ativo de infecção; tratar e desinfetar o umbigo dos animais recém-nascidos e/ou qualquer tipo de ferimento superficial com solução de iodo a 10%.


Não é recomendável a prática de injetar solução de formol a 10% nos abscessos aumentados (visíveis, pois este reagente é irritante/cáustico aos tecidos (pele, mucosas e pulmões). A solução de formol com a concentração de 1 a 10% é empregada como desinfetante de superfícies, pois possui propriedade potente contra todos os organismos, inclusive esporos. O uso da solução de formol em animais para consumo humano também não é recomendado devido ao efeito residual acumulativo do produto, causando toxidez nos tecidos dos animais, o que poderá acarretar transtornos. A utilização de formol em animais nos EUA é proibido porque é cangerígeno.

Procedimentos na abertura de abscessos

Materiais a serem utilizados:

1.Algodão hidrófilo, gaze;
2.papel toalha, jornal;
3.água e sabão;
4.aparelho e lâmina para tricotomia (raspagem dos pêlos);
5.álcool;
6.solução de iodo a 10%;
7.repelente (mata bicheira);
8.pinça e/ou qualquer instrumento de madeira (20 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro);
9.bisturi com lâmina (poderá ser utilizado qualquer instrumento cortante).

OBS: Todos os instrumentos deverão estar desinfetados em água fervente ou álcool.


Procedimento

Isolar os animais com abscesso;
Fazer a abertura dos abscessos fora do aprisco, em lugar próprio que permita boa desinfecção e destruição da massa purulenta.


Seguir os seguintes passos:

Preparar a região fazendo raspagem dos pêlos (tricotomia);
Fazer assepsia da área com solução de álcool iodado (iodo 10% e álcool a 70%);
incisão vertical longa, na região mediana ao bordo inferior do abscesso, para facilitar a drenagem e limpeza interna do mesmo;
papel toalha, pressionar para retirada de todo material, tendo o cuidado para conservá-lo em saco plástico ou balde;
Retirar todo o material purulento, usando gaze ou algodão enrolado em uma pinça ou instrumento de madeira (ver material acima);
Aplicar solução de iodo a 10% interna e externamente;
Embeber uma gaze com a mesma solução de iodo e deixar dentro do local incisado (servirá como dreno), prevenindo a disseminação e a contaminação do meio ambiente. A gaze irá ajudar a absorver o material infectivo restante e a prevenir contra miíase (bicheira);
Aplicar "spray" repelente, se necessário;
Isolar o animal em uma área própria e retiar a gaze (dreno) em 24 horas;
Repetir os procedimentos dos itens f, g, h durante dois dias;
Queimar e enterrar o material purulento;
Desinfetar os instrumentos em álcool por imersão e flambar, ou em água fervente, ao final de cada procedimento;

Os instrumentos que forem utilizados para a abertura dos abscessos deverão ser usados somente para este propósito.

http://www.sinueloagropecuaria.com.br/

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Método Famacha



O parasitismo pela verminose gastrintestinal constitui-se em um dos principais fatores limitantes à exploração de caprinos e ovinos, em conseqüência do comprometimento na produtividade do rebanho. Dos vermes que parasitam caprinos e ovinos, destaca-se o Haemonchus contortus, que parasita 100% dos animais e representa 80% de suas cargas parasitárias.

O Haemonchus contortus é responsável por um quadro clínico severo de anemia, sendo o verme que causa maiores danos ao organismo dos animais. As perdas econômicas são decorrentes da baixa produtividade, geralmente observada no período seco e da alta mortalidade, que ocorre principalmente na estação chuvosa.

O controle de verminose em caprinos e ovinos é realizado principalmente com o uso de vermífugos. No entanto, a maioria dos produtores não vermifuga adequadamente seus rebanhos. Dessa forma, os vermífugos são administrados sem base técnica, visando apenas a atender a um programa fixo de controle e/ou quando o rebanho é recolhido, para adoção de outras medidas de manejo. Consequentemente, tem sido observada uma forte redução na eficácia dos vermífugos, resultando no aparecimento de resistência parasitária a vários grupos químicos.

Atualmente, as alternativas de controle são escassas, principalmente na caprinocultura leiteira, já que os vermífugos que ainda apresentam alguma eficácia, geralmente não podem ser utilizados em matrizes que produzem leite para consumo humano, devido à presença de resíduos químicos, sendo que os fármacos com menor período de carência não são eficazes em função da alta freqüência de resistência parasitária.

venda mundial de produtos veterinários é da ordem 15 bilhões de dólares anuais, sendo 27% representada por parasiticidas. No Brasil, o comércio com estes produtos alcança 42% de um volume de vendas equivalente a 700 milhões de dólares anuais. O alto consumo de endoparasiticidas é estimulado pela elevada prevalência dos vermes, facilidade de acesso aos produtos químicos sem prescrição do veterinário, orientações incorretas, cultura do produtor e a intensa divulgação na mídia. Diante desse quadro e com a persistência do uso incorreto de drogas, muito em breve, as fontes de controle químico não apresentarão o mínimo de eficácia, o que acarretará sérios prejuízos para a produção animal.

O esquema estratégico preconizado para o controle de verminose em pequenos ruminantes tem o objetivo de controlar os vermes quando eles estão em menor número na pastagem, isto é, na estação seca. Este programa a curto prazo tem proporcionado excelentes resultados, entretanto, quando utilizado por período prolongado (mais de cinco anos), toda a população de parasitos corre o risco de se tornar resistente. Considerando o quadro exposto, pesquisadores da África do Sul desenvolveram o método FAMACHA que tem como objetivo identificar clinicamente animais com diferentes graus de anemia em decorrência da infecção por H. contortus, possibilitando o tratamento de forma seletiva e sem a necessidade de recorrer a exames laboratoriais.

O método FAMACHA se baseia no princípio da relação existente entre a coloração da mucosa conjuntiva ocular e o grau de anemia, permitindo identificar os animais capazes de suportar uma infecção por H. contortus (Tabela 1).

No método FAMACHA, recomenda-se medicar o menor número possível de animais. A mucosa ocular de todos os animais deve ser observada periodicamente para diagnosticar a necessidade ou não de sua vermifugação.

O exame é feito comparando-se as diferentes tonalidades da mucosa conjuntiva ocular com as existentes em um cartão guia ilustrativo (Figura 1), que auxilia na determinação do grau de anemia dos animais. Com base nesse exame, deverão ser vermifugados apenas os animais que apresentam anemia clínica por verminose (graus Famacha 3, 4 e 5), ficando sem receber medicação aqueles que não mostram sintomas clínicos, isto é, os que forem classificados nos graus 1 e 2.

Para regiões semi-áridas, animais explorados em regime extensivo devem ser examinados a cada 15 dias no período chuvoso e mensalmente no período seco. Já para animais mantidos em pastagens irrigadas ou criados em regiões com precipitação pluviométrica superior 1.000 ml/ano, recomenda-se que o exame seja feito com intervalo de 10 dias.

A cada exame, os animais que necessitam ser vermifugados deverão receber uma marcação. Quando o intervalo de exames for de 15 dias, devem ser descartados do rebanho aqueles animais que necessitem ser vermifugados quatro ou mais vezes, num período de dois meses. Quando o intervalo dos exames for mensal, devem ser descartados do rebanho os animais que necessitem ser vermifugados quatro ou mais vezes num período de quatro meses.

O método FAMACHA não é limitante para grandes rebanhos, já que após o examinador adquirir uma certa experiência e contando com instalações adequadas para a contenção dos animais é possível examinar até 250 animais no período de uma hora. O método vem sendo aperfeiçoado desde o fim da década de 90, estando atualizado e isento de falhas que possam conduzir a erros de diagnóstico.

O método FAMACHA apresenta os seguintes benefícios em relação a vermifugação estratégica: permite que haja persistência de uma população sensível no meio ambiente; mantém a eficácia anti-helmíntica por um período maior e com isso; o aparecimento de resistência parasitária tende a ser retardado; proporciona uma economia média de 50% nos custos com a aquisição de vermífugos, reduz a contaminação por resíduos químicos no leite, na carne e no meio ambiente, permite a seleção de animais geneticamente resistentes a verminose, além de ser simples, barato e fácil de ser repassado, inclusive para pessoas com baixo nível de escolaridade.

O método FAMACHA é uma tecnologia que beneficia diretamente o produtor, uma vez que apresenta uma relação custo-benefício positiva, além de ser de grande praticidade. Em virtude destas características, foi difundido rapidamente nas regiões onde o nematódeo H. contortus é predominante.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Neem


O QUE É O NEEM ?

A procura por alternativas naturais de controle de ectoparasitas (parasitas externos) nos animais de companhia, que minimizem os efeitos tóxicos dos produtos químicos utilizados para tal, vem crescendo nas últimas décadas. A seleção de populações de parasitas resistentes aos diferentes grupos químicos é conseqüência do uso indiscriminado e continuado de drogas, que além de apresentarem efeitos nocivos nos animais e humanos, ainda agridem o meio ambiente.

A Azadirachta indica, conhecida popularmente como NIM ou NEEM é uma árvore conhecida há mais de 2000 anos na Índia e outros países do Oriente, por suas propriedades medicinais de relevante importância junto à saúde do homem, dos animais e das plantas.
Mais de 100 compostos bioativos já foram isolados na sua composição, sendo a azadiractina o principal componente do óleo de Neem. Este composto, classificado como um limonóide, causa distúrbios fisiológicos, altera o desenvolvimento e a funcionalidade de inúmeras espécies de “pragas”, agindo sobre os processos reprodutivos, sobre a inibição do seu crescimento/desenvolvimento e da motilidade do parasita e também apresenta efeito repelente. Também pode interferir nas funções bioquímicas e fisiológicas dos parasitas. Desta forma, a azadirachtina não causa a morte imediata dos insetos. Sua ação começa horas após a aplicação podendo se prorrogar por vários dias; isto porque a substancia age seletivamente em cada tipo de inseto, atingindo suas funções vitais de forma diferenciada.

Além do óleo, diversos outros extratos, com diversas formas de extração podem ser obtidos de partes diferentes da planta que também são capazes de produzir múltiplos efeitos sobre os insetos. Dos produtos derivados do neem, o mais comum, no mercado brasileiro, é o óleo de neem emulsionável, ou compostos emulsionáveis de óleo de neem e extrato oleoso extraído das folhas, que demonstram grande eficiência no combate de pragas e doenças na agricultura assim como no controle de parasitas da pecuária, principalmente bernes e carrapatos.

A baixa toxicidade,o largo espectro de ação e a ampla distribuição na natureza favorecem o interesse em pesquisas científicas direcionadas a sua utilização tanto em pecuária orgânica quanto nos cuidados naturais de cães e gatos.
Encontrei trabalhos científicos que relatam boa atuação do Neem como repelente e controle ambiental de moscas (Cochliomyia hominivorax, Lucilia cuprina, Chrysomya megacephala e Musca domestica), mosquitos (Aedes,Culex, Anopheles), carrapatos (Rhipicephalus sanguineus e Boophilus microphilus) , ácaros da sarna, pulgas e piolhos.

OUTRAS POSSÍVEIS AÇÕES DO NEEM

Também há relatos de sua utilização na assepsia de ferimentos e cicatrização. Sua ação como gel dental promove a redução de placas bacterianas (tártaro ), periodontites e gengivites (as folhas).
Já existem trabalhos de sua ação sobre alguns tipos de câncer , com resultados animadores.
Efeitos gastroprotetores (úlseras e hipersecreção) equivalentes aos medicamentos comerciais mais utilizados nesses casos (ranitidina e omeprazol), também já foram observados, assim como efeitos hepatoprotetores, hipolipêmicos e hipoglicêmicos. Sua ação espermicida e antimicrobiana contra doenças sexualmente transmissíveis também vem sendo pesquisada com resultados iniciais promissores.
O efeito contraceptivo pós-coito, não hormonal, vem sendo explorado em estudos visando minimizar os efeitos colaterais dos contraceptivos esteróides.
Efeitos imunomoduladores têm recebido grande atenção, em função de suas propriedades antimicrobianas, antinflamatórias, antipiréticas, diuréticas e indutoras da produção de interferon.
Existem ainda alguns relatos quanto a sua eficácia no combate à algumas viroses.
Em trabalho efetuado in vitro demonstrou ação sobre dermatófitos (fungos) Trichophyton
rubrum, Trichophyton mentagrophytes, Trichophyton violaceum, Microsporum nanum e Epidermophyton floccosum .
Também encontram-se citações em alguns trabalhos onde vem sendo explorada sua ação como vermífugo natural.

DOSES E MANEIRA DE UTILIZAR

CARRAPATOS: Os resultados de pesquisas apontam para a maior eficiência do óleo de neem quando comparado ao extrato alcoólico ou aquoso.
Em estudo utilizando óleo emulsificado no controle de Rhipiceephalus sanguineous (Deore M.D.: Effects of emulsified neem oil on ticks & flies in dogs. National Conv. Vet. Pharm. India 1995) mostrou-se diferenças importantes na dose letal para carrapatos em fêmeas ingurgitadas (16%), machos (8%) e larvas(1%) e no número de dias requerido para a mortalidade de fêmeas ingurgitadas (9 dias), machos (3 dias) e larvas (24 horas).
Utilize a dosagem indicada pelo fabricante e procure produtos de origem orgânica.

SARNAS: utiliza-se sobre a forma de pasta em concentrações de 10 a 20%, cobrindo a área afetada. Os efeitos aparecem já à partir do 4º. dia de utilização.

MOSCAS: aplicação do óleo a 0,6% (6 ml/litro de água) no solo.
Nas dermatites por picadas de moscas, em cães, misture 1:5 óleo de neem em vaselina e passe nas orelhas


PARTICULARIDADES DO NEEM

A azadiractina apresenta efeito residual por 3-7 dias, deve-se aplicá-la 1 vez por semana, tanto no ambiente quanto no animal.

As aplicações devem ser feitas no final da tarde, pois a atividade da azadiractina pode ser reduzida a aproximadamente 60% após a exposição à luz solar por 4 horas.

No animal, ele permanece sobre a superfície matando os insetos por contato. Portanto, após o banho deve ser aplicado novamente.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Comitiva da ACEC na EXPOBONFIM 2010


Mais uma vez a ACEC se fez presente na EXPOBONFIM, arrematando quatro lotes de ovinos DORPER de alta qualidade genética, sendo um por Luciano e Gabriela da Fazenda Branca de Neve, Outro por Pedro Paulo da Fazenda Lagoa da Ema e dois por Marcelo Campos.
Alem das aquisições no leilão foi adquirido um garrote nelore PO por carlinhos e um borrego Santa Inês por Marcelo Campos, essas aquisições com certeza irão melhorar a qualidade genética de nossa região.
Aproveitamos para parabenizar a organização da EXPOBONFIM, que até aqui, sem dúvida foi a melhor exposição da Bahia em 2010.

domingo, 11 de julho de 2010

Reunião Extraordinária

A diretoria da ACEC avisa aos sócios que haverá reunião terça-feira, dia 13 de Julho, com a seguinte pauta:
Estabelecer normas para o afixo da ACEC.
Definir se a ACEC permanece na parceria com a Prefeitura de Euclides da Cunha.
Definir local para realização da exposertão 2010, caso não concretize a parceria com a prefeitura.
Maurício Souza Cruz
Diretor de Eventos

Jefferson Carneiro
Presidente

ACEC TEM NOVO PRESIDENTE

Em eleição realizada no dia 30/06/2010, o veterinário Jefferson Carneiro foi eleito presidente da ACEC e estará comandando a associação pelo período de dois anos.
A nova chapa tem a seguinte composição:
Presidente: Jefferson Carneiro
Vice-presidente: Fábio Andrade
1º Secretário: Maria Djalma
2º Secretário: Antônio Tavares
1º Tesouriro: Aelaí Miranda
2º Tesoureiro: Luzinete Almeida
1º Diretor de Patrimônio: Eli Galtsglow
2º Diretor de Patrimônio: Elder Araújo
1º Diretor de Comunicação: Otílio Lins
2º Diretor de Comunicação: Marcelo Paiva
1º Diretor Técnico: Helder Lima
2º Diretor Técnico: Jão Paulo
1º Diretor de Eventos: Daniel Esteves
2º Diretor de Venetos: Maurício Souza
Conselho Consultivo: Dr. Orlando Jones,Gabriela Santana, Rivaldo Almeida, João José Andrade, Wilhians Caldas, Elson Abreu.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Exposição de Tucano










Atendendo ao convite dos meus amigos de Tucano, fui visitar a exposição que apesar do curto espaço de tempo para sua realização me pareceu bastante organizada e com grande presença dos principais criadores a exemplo de Jõao Djalma de Cipó que foi um dos primeiros selecionadores da raça Santa Inês, João Roberto de Santa Luz antigo criador de ANGLO e do pessoal de Sertânia-PE.
Também não poderia deixar de registrar o empenho de Valdiro, presidente do SPR de Tucano e a presnça da maior enciclopédia viva da caprinocultura nordestina, o nosso amigo Luiz do Berro.
A raça ANGLONUBIANA captaneada pelo veterinário Zeca, foi a que apresentou maoir número de animais e com excelente qualidade.
Aproveito para parabenizar em espessial ao Zeca que teve essa feliz idéia e todos que trabalharam para a realização desse evento que com certeza só vem engrandecer a caprinovinocultura do nosso sertão.
"O NORDESTE PRECISA DE GENTE COMO VOCÊS"
Maurício Souza Cruz
Presidente da ACEC

sexta-feira, 21 de maio de 2010

REGIMENTO EXPOSERTÃO 2010

1. A XIII EXPOSIÇÃO ESPECIALIZADA DE CAPRINOS E OVINOS, será realizada no período de 23 a 26 de setembro de 2010, no Parque Apromiano Campos em Euclides da Cunha / BA, com a seguinte programação:

Dia 23: Reunião da ACEC às 19:00 hs
Cursos e Palestras
Dia 24: Entrada de animais a partir das 9:00 hs, reunião com os agentes financeiros, cursos, palestras e abertura oficial da exposição às 19:00 hs.
Dia 25: Julgamento das raças ANGLONUBIANA, BOER, SANTA INÊS E DORPER, a partir das 9:00 hs
Dia 26: Café da manhã e entrega da premiação às 8:00 e LEILÃO DE ANIMAIS às 9:00 horas da manhã.

I - DAS FINALIDADES
2.1 A EXPOSIÇÃO tem como finalidade:
2.2 Dar continuidade às grandes exposições de caprinos e ovinos de Euclides da Cunha e região.
2.3 Fomentar o agronegócio na região, promovendo cursos e palestras, em busca da integração dos produtores em geral.
2.4 Estimular o melhoramento genético, propiciando o intercambio comercial, inclusive com a realização de leilão de animais puros e melhorados.
2.5 Envolver os agentes financeiros no sentido de facilitar o acesso ao crédito, principalmente para os pequenos agricultores familiares.

II – DAS METAS
1.Disponibilizar aos criadores e pequenos agricultores familiares, matrizes e reprodutores Puros e Melhorados das diversas raças caprinas e ovinas, com expectativa de comercialização de R$ 200.000,00 (duzentos mil reais), financiados ou não pelos agentes financeiros presentes.

III - DOS CRITÉRIOS DA ADAB
1.Planejamento com antecedência mínima de 30 dias para realização da feira.
2.Boas condições de acomodação, nutrição e segurança.

IV - DA ADMISSÃO DE ANIMAIS NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO
1.Todos os animais serão obrigatoriamente examinados por médico veterinário, antes de sua admissão ao recinto da exposição, não sendo permitido o acesso de animais com sintomas clínicos de doenças infecto-contagiosas a exemplo da CAE, Brucelose e Linfadenite (mal do caroço) ou portadores de ectoparasitos.
2.Exame negativo para CAE para caprinos machos e fêmeas acima de 12 meses, realizado no máximo 60 dias antes da data de encerramento do evento.
3.GTA obrigatória para todos os animais.
Obs. A alimentação dos animais fica a cargo de seus proprietários.

V – DAS BAIAS E CURRAIS
1.Os produtores interessados em vender ou exporm animais deverão providenciar antecipadamente, inscrição no leilão e ou reserva de Baias ou Currais conforme abaixo:
Leilão: R$ 30,00 (trinta reais) por lote.
Baias: R$ 60,00 (sessenta reais)
Currais: R$ 30,00 (trinta reais)
Inscrição Pista: 10.00 (dez reais)

VI – DA PREMIAÇÃO
Serão premiadas as raças Santa Inês, Dorper, Boer e Anglonubiana.

BAIAS LIMITADAS
Sócios adimplentes 50% de desconto.
2.Os interessados em financiamentos deverão procurar as instituições financeiras com antecedência para providenciar o cadastro bancário.

ACEC
PARQUE APROMIANO CAMPOS
Euclides da Cunha – BA, CEP: 48.500.000
Blog: acec-acec.blogspot.com
Email: acec2008@hotmail.com
CONTATOS
Daniel Tel 75-9962-6811
Mauricio Bodão Tel 75-9998-6638 (noite)
Dr. Jefferson Tel 75-9805-6232

"VENHA FAZER UM BOM NEGÓCIO"

segunda-feira, 10 de maio de 2010



O melhoramento genético é fundamental para que possamos estar disputando uma fatia no mercado, ofertando animais de qualidade, sejam estes para pista ou mesmo para o mercado de corte(abate), em virtude disso o diretor técnico da Acec, Dr. Jefferson juntamente com o presidente Maurício Bodão estiveram presentes no LeilãO DORPER SE, realizado cidade de Simão Dias , Sergipe, no qual adiquiriram, duas belas Borregas para o melhoramento genético dos seus planteis.A pretenção destes dois empreendedores, juntamente com todos os associados da Acec é o mais rápido possivel estarem tornando Euclides da Cunha, em um polo de melhoramento Genético da Caprinovinocutulra da região.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Prorrogação Vencimento de Boleto

Informamos que o pagamento da primeira parcela do carnê 2010, com vencimento em 30 de abril de 2010, foi prorrogado para 15 de maio de 2010.
Lembramos aos sócios que o pagamento nas casas lotéricas é mais barato para a nossa associação.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

REUNIÃO 29/04/2010

Maurício Souza Cruz, na qualidade de presidente da ACEC, convoca todos os sócios para reunião extraordinária no dia 29/04/2010, às 19:30hs, no espaço ACRE, com a seguinte pauta:
Entrega dos carnês de mensalidade. (Duração 5 minutos).
Participação da prefeitura na EXPOSERTÃO 2010. (Duração 15 minutos).
Inclusão da ACEC na lei autorizativa do estado. (Duração 10 minutos).
Palestra sobre sanidade em caprinos e ovinos com Dr. Marcelo da ADAB. (Duração 35 minutos).
Atenciosamente
Maurício Souza Cruz
Presidente

domingo, 25 de abril de 2010

EXPOVEC 2010



A ACEC esteve presente na EXPOVEC 2010 que aconteceu em Simão Dias-SE nos dias 21 a 24/04/2020, sendo representada por Dr. Jefferson, Maurício e Carlinhos, que inclusive adquiriram por mais de R$ 10.000,00, duas excelentes borregas PO da raça DORPER, que irão reforçar o plantel de Euclidense.
O leilão realizado com total apoio da Prefeitura Municipal e Governo do Estado de Sergipe, com custo estimida de R$ 80.000,00, trasmitido pelo Canal do Boi, foi o ponto alto da exposição e teve faturamento acima de R$ 350.000,00.
A qualidade dos animais e o apoio do poder público, foram os principais responsáveis pelo sucesso do leilão, segundo Gumercindo Neto, um dos organizadores.
Nós criadores estamos investindo para melhorar a qualidade de nossos animais e esperamos que nossos governantes também façam sua parte para alcançarmos o patamar das mais importantes exposições do BRASIL.
Vale lembrar que foi a primeira vez que a EXPOVEC foi realizada em Simão Dias.

domingo, 11 de abril de 2010

Santa Inês ou Dorper


Santa Inês ou Dorper?
Estou certo que as duas raças se completam.
Basta olhar a foto acima de borregos dente de leite, tiradas no Rancho Araujo, de nosso amigo Helder Araújo.
Alem do ganho de peso evidente nas carcaças o estado de saúde e o brilho no pelo dos animais, mostram a rusticidade desse cruzamento que certamente vai nos ajudar a produzir carne de qualidade a baixo custo melhorando a rentabilidade de nossa atividade.