CAPRINOVINOCULTURA
"NO BERRO DO BODE E DO CARNEIRO A ESPERANÇA DO NORDESTE BRASILEIRO"
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
REGIMENTO
EXPOSERTÃO 2012.
1. A XIV EXPOSIÇÃO será realizada no período de 15 a 18 de novembro de 2012, no CLUBE DOS 100, em Euclides da Cunha / BA, com a seguinte programação:
Dia 15: Reunião da ACEC com os agentes financeiros, cursos, palestras às 18:00 hs, entrada de animais a partir das 9:00 hs, e abertura oficial da exposição às 19:00 hs.
Dia 16: Julgamento das raças ANGLONUBAINA, BOER, SANTA INÊS E DORPER, a partir das 14:00 hs
Dia 16: Entrega da premiação às 18:00 hs
Leilão às 19:00 hs.
Durante o evento haverá FORRÓ PÉ DE SERRA no Espaço do Forró.
I - DAS FINALIDADES
1. A EXPOSIÇÃO tem como finalidade:
1.1 Fomentar o agronegócio na região, promovendo cursos e palestras, em busca da integração dos produtores em geral.
1.2 Estimular o melhoramento genético, propiciando o intercambio comercial, inclusive com a realização de leilão de animais puros e melhorados.
1.3Envolver os agentes financeiros no sentido de facilitar o acesso ao crédito, principalmente para os pequenos agricultores familiares.
II – DAS METAS
1.Disponibilizar aos criadores e pequenos agricultores familiares, matrizes e reprodutores Puros e Melhorados das diversas raças caprinas e ovinas, com expectativa de comercialização de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais), financiados ou não pelos agentes financeiros presentes.
III - DOS CRITÉRIOS DA ADAB
1.Planejamento com antecedência mínima de 30 dias para realização da feira.
2.Boas condições de acomodação, nutrição e segurança.
IV - DA ADMISSÃO DE ANIMAIS NO PARQUE DE EXPOSIÇÃO
1.Todos os animais serão obrigatoriamente examinados por médico veterinário, antes de sua admissão ao recinto da exposição, não sendo permitido o acesso de animais com sintomas clínicos de doenças infecto-contagiosas a exemplo da CAE, Brucelose e Linfadenite (mal do caroço) ou portadores de ectoparasitos.
2.Exame negativo para CAE para caprinos machos e fêmeas acima de 12 meses, realizado no máximo 60 dias antes da data de encerramento do evento.
3.GTA obrigatória para todos os animais.
Obs. A alimentação dos animais fica a cargo de seus proprietários.
V – DAS BAIAS E CURRAIS
1.Os produtores interessados em vender animais deverão providenciar antecipadamente, inscrição no leilão e ou reserva de Baias conforme abaixo:
Leilão: R$ 100,00 (cem reais) por lote.
Baias: R$ 100,00 (cinquenta reais)
Inscrição Pista: 10.00 (dez reais)
BAIAS LIMITADAS
Sócios adimplentes 50% de desconto.
2.Os interessados em financiamentos deverão procurar as instituições financeiras com antecedência para providenciar o cadastro bancário.
EXPOSIÇÃO RANQUEADA
“SÓCIOS REGULARES DA ACCOBA TERÃO BONOS DE 10% NA PREMIAÇÃO”
Premiação proporcional ao número de animais julgados com limites máximo de 50% e mínimo de 10% por raça.
Valor a definir
ACEC
PARQUE APROMIANO CAMPOS
Euclides da Cunha – BA, CEP: 48.500.000
Email: acec2008@hotmail.com
CONTATOS -
Gabriela: Tel 75-99986638
Maurício Bodão: 75-99423132 (noite)
Pedro Paulo: 75-98398640
sábado, 27 de outubro de 2012
Reunião Seagri
A diretoria da ACEC representada pelo presidente Helder Lima e o vice Pedro Paulo, em audiência com o Secretário de Agricultura Eduardo Salles conseguiu a liberação de recursos para a realização da Exposertão 2012.
Segundo nossos diretores o secretário se mostrou bastante entusiasmado com a atividade e inclusive confirmou presença na exposição, o que mostra seu comprometimento com a caprinovincultura que surge como a solução para a os pequenos e médios produtores do nordeste.
Apesar da seca que assola nossa região não temos dúvidas que a exposição será um sucesso, conforme ocorreu nas anteriores, com expectativa de superarmos a exposição de 2010, quando chegamos a receber 500 animais no Parque de Exposições gerando negócios em valores superior a 1 milhão de reais.
Vale ressaltar que a EXPOSERTÃO tem como foco principal o fomento da atividade, a realização de palestras, troca de informações e negócios.
Motivo pelo qual não contratamos grandes bandas nem fazemos shows com super produções como ocoria no passado desviando o foco negocial do evento.
Essa informação pode ajudar aos políticos desavisados que não conhecem nossa realidade e acabam achando que o evento é pequeno, como ocorreu rescentemente de um deputado citar exposiçãozinha referindo-se ao evento de 2011, não sabendo ele que os maiores criadores do Brasil estavam aqui, que o carneiro mais caro do Brasil estava aqui, que o evento gerou negócios na casa dos quinhentos mil reais.
Enfim se estivesse o pólitico presente em nossa cidade não tinha passado por essa triste situação e quem sabe até teria apoiado o evento, fato que não ocorreu.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Fim da Zona Tampão na Bahia - Matéria da Seagri
A Zona Tampão está oficialmente extinta na Bahia. A Instrução Normativa 45 do Ministério da Agricultura, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, (28), torna a pecuária baiana mais justa e igualitária nos municípios de Casa Nova, Remanso, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado, Buritirama, Mansidão, Santa Rita de Cássia, Formosa do Rio Preto. A partir de agora, cerca de 10 mil criadores, com um rebanho de aproximadamente 255 mil cabeças passam a integrar a comercialização e o trânsito de animais em todo o Estado. “A partir deste momento o governo Jaques Wagner entra para a história da pecuária”, disse o secretário estadual da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, acrescentando que “era uma injustiça termos duas Bahias, a que podia e a que estava sacrificada pela Zona Tampão”.
O governador Jaques Wagner comemorou a notícia e destacou que, livre da Zona Tampão, a pecuária baiana está pronta para crescer ainda mais. "O fim da Zona Tampão é emblemático por representar o sucesso da parceria entre os governos de dois estados, produtores e Ministério da Agricultura - todos unidos em busca de um objetivo único. Ganha a pecuária baiana, cada vez mais forte, e a sociedade, com o aquecimento da economia e a geração de empregos e renda".
De acordo com o secretário, “a extinção da Zona Tampão era uma anseio do governo e dos municípios, que agora vão viver outro momento, com importantes impactos sociais e econômicos. As terras serão valorizadas, os rebanhos poderão ser comercializados sem restrições, e a economia será aquecida, com geração de empregos e renda”.
“A Bahia é detentora do maior rebanho bovino da região Nordeste e tem apresentado, nos últimos anos, uma estabilidade sanitária referenciada nacionalmente, apontando para o fortalecimento da defesa agropecuária baiana”, destaca o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Cássio Peixoto, lembrando que os índices de imunização contra a febre aftosa nos municípios componentes da Zona Tampão comprovam a evolução da qualidade e da consciência do criador quanto à necessidade de vacinar os animais. Na primeira etapa da campanha contra a febre aftosa, em maio deste ano, a região da Zona Tampão imunizou 98,77% do rebanho, ficando acima da média estadual.
Para o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, “esta é uma conquista da Bahia, do trabalho desenvolvido pelo Estado e pelos oitos municípios que estavam na zona tampão. Nós, como técnicos, ficamos felizes em ver o empenho do governo, das lideranças e dos produtores para alcançar esse resultado. Nós fizemos apenas referendar o dever de casa que a Bahia fez para erradicar a zona tampão”.
A superintendente federal do Ministério da Agricultura na Bahia, Maria Delian Sodré, também comemorou a conquista, “resultado da luta conjunta do Mapa e da Seagri, e do esforço do governador Jaques Wagner junto ao governo do Piauí”. Ela destacou também o trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Adab, “que foi fundamental”.
“Vamos dar igualdade aos pecuaristas. Agora não tem mais duas Bahias”, disse Ricardo Barata, presidente da Associação de Criadores de Gado do Oeste, Acrioeste. Ele avalia que o fim da zona tampão vai permitir que os agentes financeiros abram novas linhas de financiamento, vai criar facilidades para a comercialização e o melhoramento genético do rebanho da região.
PACTO FEDERATIVO
A extinção da Zona Tampão é fruto de um intenso trabalho de dedicação e empenho por parte dos produtores e dos governos baiano e piauiense após uma ampla pauta de ações pactuadas entre o MAPA e os governos da Bahia e do Piauí. As ações para a extinção da Zona Tampão começaram a ser analisadas após um parecer emitido pelo Ministério no final de 2009, que permitiu a elaboração de um documento pela redução da área. A proposta, baseada nas ações de vigilância ativa desenvolvidas pela Adab, foi encaminhada ao Mapa e em março deste ano ficou estabelecido o Pacto Federativo, proposto pelo governo baiano, determinando uma série de critérios, metas e sorologia para avaliar a sanidade dos rebanhos da Bahia e Piauí.
Após a assinatura do Pacto Federativo entre MAPA/Seagri-BA/ Secretaria de Desenvolvimento Rural-PI, grandes esforços técnico-administrativos foram implementados com aumento significativo no cadastramento de produtores e rebanhos e georreferenciamento de todas as propriedades, fortalecendo o sistema de atenção e vigilância veterinária. O controle rigoroso do trânsito de animais susceptíveis à aftosa entre os estados do Piauí e Bahia foi outra ação intensificada pelas unidades federativas, assim como a realização de um trabalho metodológico e continuado em todas as linhas da educação para despertar a consciência sanitária por parte das comunidades sócio-rurais envolvidas.
Com apoio dos produtores e iniciativa privada, a Adab assegurou a sanidade dos animais, através das ações cooperadas, para a consecução das metas estabelecidas no Pacto Federativo. Além das vacinações, a Adab cumpriu com todas as exigências do MAPA, entre elas a reestruturação das unidades de fiscalização do trânsito, abrangendo melhoria dos postos fixos, monitoramento via satélite e a capacitação continuada dos técnicos.
O aumento do número de vacinações assistidas e oficiais, monitoramento epidemiológico em áreas de risco e vigilância nas propriedades constituíram outras ações de promoção do fortalecimento do sistema de defesa da região. Além disso, a informatização da base cadastral das unidades produtivas com a implementação do Sistema de Defesa Agropecuária e a emissão da GTA eletrônica contribuíram para garantir que o rebanho da Zona Tampão estava definitivamente livre para o trânsito e o comércio na Bahia e em todo o território brasileiro.
“Com o trabalho em conjunto e a intensificação das ações foi possível realizar todo este trabalho em pontos estratégicos da Zona Tampão, assegurando um sistema de vigilância eficiente e eficaz, fator decisivo para o programa de erradicação da febre aftosa na Bahia”, destaca o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, ressaltando que todas as exigências do MAPA foram plenamente atendidas pela Adab e seguiram as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OIE), entidade reguladora da qualidade sanitária dos alimentos mundialmente comercializados.
PERSPECTIVAS
Para a Bahia, dentre as perspectiva esperadas, destaca-se o incremento do negócio pecuário local e uma maior integração do setor agroprodutivo do Oeste baiano com o Sul piauiense, proporcionando o surgimento de um pólo de alto potencial agropecuário.
Com a elevação do status sanitário do Estado do Piauí e a conseqüente extinção da Zona Tampão do Estado da Bahia, espera-se em curto prazo, a unificação da sanidade animal do Estado e o aumento do valor agregado à pecuária regional com aquecimento da comercialização dos animais de produção. “A qualificação do sistema de vigilância agropecuária, habilitando o Estado da Bahia quanto aos aspectos sanitários para o mercado internacional de carnes, em especial à União Européia, também é um estímulo à produção local e contribuirá para colocar o rebanho baiano em condições de competitividade”, avalia o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.
“Agora projeta-se um fortalecimento do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa e um novo cenário para a pecuária nacional tornando-a mais igualitária, competitiva e com possibilidades reais de inclusão social, alinhando-se, dessa forma, com o grande projeto nacional de aceleração do crescimento”, finaliza Cássio Peixoto.
ZONA TAMPÃO
A Zona Tampão no Estado da Bahia compreendia uma área de 58.201 km², situada no norte do Estado. Ela foi estabelecida pelo MAPA como uma área de proteção para impedir a entrada de animais com possibilidade de estarem infectados pelo vírus da aftosa, uma vez que a Bahia faz divisa com estados cujo risco de infecção, até então, era desconhecido. O rebanho local possui uma população de 255 mil bovinos, 600 mil caprinos e 240 mil ovinos. Em nível de serviços de atenção veterinária possui duas gerências técnicas, oito escritórios de atendimento à comunidade, oito barreiras fixas e diversas móveis com efetivo de 64 auxiliares de fiscalização, 17 auxiliares administrativos e nove médicos veterinários.
Apesar dos avanços obtidos com o estabelecimento desta área, no decorrer dos últimos 10 anos, ainda permaneciam restrições comerciais significativas de impacto econômico regional. “Quase dez mil criadores ficavam à margem do setor pecuário, reduzindo drasticamente a geração de emprego e renda e comprometendo a capacidade de atração de investimentos para o Estado”, avalia Ricardo Barata, presidente da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste), ressaltando ainda que a manutenção da Zona Tampão provocava entraves significativos no desenvolvimento das cadeias produtivas, inviabilizando a qualidade e a conformidade dos rebanhos e produtos deles gerados.
“Essa realidade contrariava toda política pública de estímulo e apoio à agricultura familiarl”, ressalta o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), João Martins. Em sua avaliação, os resultados alcançados no segmento da defesa sanitária animal na região da Zona Tampão já indicavam o pleno cumprimento com o seu papel estabelecido técnica e legalmente em suporte ao Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNFA).
Ascom Adab/Seagri
Ivana Ramacioti / Josalto Alves
3115-2794 3116.8461
O governador Jaques Wagner comemorou a notícia e destacou que, livre da Zona Tampão, a pecuária baiana está pronta para crescer ainda mais. "O fim da Zona Tampão é emblemático por representar o sucesso da parceria entre os governos de dois estados, produtores e Ministério da Agricultura - todos unidos em busca de um objetivo único. Ganha a pecuária baiana, cada vez mais forte, e a sociedade, com o aquecimento da economia e a geração de empregos e renda".
De acordo com o secretário, “a extinção da Zona Tampão era uma anseio do governo e dos municípios, que agora vão viver outro momento, com importantes impactos sociais e econômicos. As terras serão valorizadas, os rebanhos poderão ser comercializados sem restrições, e a economia será aquecida, com geração de empregos e renda”.
“A Bahia é detentora do maior rebanho bovino da região Nordeste e tem apresentado, nos últimos anos, uma estabilidade sanitária referenciada nacionalmente, apontando para o fortalecimento da defesa agropecuária baiana”, destaca o diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Cássio Peixoto, lembrando que os índices de imunização contra a febre aftosa nos municípios componentes da Zona Tampão comprovam a evolução da qualidade e da consciência do criador quanto à necessidade de vacinar os animais. Na primeira etapa da campanha contra a febre aftosa, em maio deste ano, a região da Zona Tampão imunizou 98,77% do rebanho, ficando acima da média estadual.
Para o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Francisco Jardim, “esta é uma conquista da Bahia, do trabalho desenvolvido pelo Estado e pelos oitos municípios que estavam na zona tampão. Nós, como técnicos, ficamos felizes em ver o empenho do governo, das lideranças e dos produtores para alcançar esse resultado. Nós fizemos apenas referendar o dever de casa que a Bahia fez para erradicar a zona tampão”.
A superintendente federal do Ministério da Agricultura na Bahia, Maria Delian Sodré, também comemorou a conquista, “resultado da luta conjunta do Mapa e da Seagri, e do esforço do governador Jaques Wagner junto ao governo do Piauí”. Ela destacou também o trabalho desenvolvido pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Adab, “que foi fundamental”.
“Vamos dar igualdade aos pecuaristas. Agora não tem mais duas Bahias”, disse Ricardo Barata, presidente da Associação de Criadores de Gado do Oeste, Acrioeste. Ele avalia que o fim da zona tampão vai permitir que os agentes financeiros abram novas linhas de financiamento, vai criar facilidades para a comercialização e o melhoramento genético do rebanho da região.
PACTO FEDERATIVO
A extinção da Zona Tampão é fruto de um intenso trabalho de dedicação e empenho por parte dos produtores e dos governos baiano e piauiense após uma ampla pauta de ações pactuadas entre o MAPA e os governos da Bahia e do Piauí. As ações para a extinção da Zona Tampão começaram a ser analisadas após um parecer emitido pelo Ministério no final de 2009, que permitiu a elaboração de um documento pela redução da área. A proposta, baseada nas ações de vigilância ativa desenvolvidas pela Adab, foi encaminhada ao Mapa e em março deste ano ficou estabelecido o Pacto Federativo, proposto pelo governo baiano, determinando uma série de critérios, metas e sorologia para avaliar a sanidade dos rebanhos da Bahia e Piauí.
Após a assinatura do Pacto Federativo entre MAPA/Seagri-BA/ Secretaria de Desenvolvimento Rural-PI, grandes esforços técnico-administrativos foram implementados com aumento significativo no cadastramento de produtores e rebanhos e georreferenciamento de todas as propriedades, fortalecendo o sistema de atenção e vigilância veterinária. O controle rigoroso do trânsito de animais susceptíveis à aftosa entre os estados do Piauí e Bahia foi outra ação intensificada pelas unidades federativas, assim como a realização de um trabalho metodológico e continuado em todas as linhas da educação para despertar a consciência sanitária por parte das comunidades sócio-rurais envolvidas.
Com apoio dos produtores e iniciativa privada, a Adab assegurou a sanidade dos animais, através das ações cooperadas, para a consecução das metas estabelecidas no Pacto Federativo. Além das vacinações, a Adab cumpriu com todas as exigências do MAPA, entre elas a reestruturação das unidades de fiscalização do trânsito, abrangendo melhoria dos postos fixos, monitoramento via satélite e a capacitação continuada dos técnicos.
O aumento do número de vacinações assistidas e oficiais, monitoramento epidemiológico em áreas de risco e vigilância nas propriedades constituíram outras ações de promoção do fortalecimento do sistema de defesa da região. Além disso, a informatização da base cadastral das unidades produtivas com a implementação do Sistema de Defesa Agropecuária e a emissão da GTA eletrônica contribuíram para garantir que o rebanho da Zona Tampão estava definitivamente livre para o trânsito e o comércio na Bahia e em todo o território brasileiro.
“Com o trabalho em conjunto e a intensificação das ações foi possível realizar todo este trabalho em pontos estratégicos da Zona Tampão, assegurando um sistema de vigilância eficiente e eficaz, fator decisivo para o programa de erradicação da febre aftosa na Bahia”, destaca o diretor de Defesa Sanitária Animal da Adab, Rui Leal, ressaltando que todas as exigências do MAPA foram plenamente atendidas pela Adab e seguiram as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde (OIE), entidade reguladora da qualidade sanitária dos alimentos mundialmente comercializados.
PERSPECTIVAS
Para a Bahia, dentre as perspectiva esperadas, destaca-se o incremento do negócio pecuário local e uma maior integração do setor agroprodutivo do Oeste baiano com o Sul piauiense, proporcionando o surgimento de um pólo de alto potencial agropecuário.
Com a elevação do status sanitário do Estado do Piauí e a conseqüente extinção da Zona Tampão do Estado da Bahia, espera-se em curto prazo, a unificação da sanidade animal do Estado e o aumento do valor agregado à pecuária regional com aquecimento da comercialização dos animais de produção. “A qualificação do sistema de vigilância agropecuária, habilitando o Estado da Bahia quanto aos aspectos sanitários para o mercado internacional de carnes, em especial à União Européia, também é um estímulo à produção local e contribuirá para colocar o rebanho baiano em condições de competitividade”, avalia o diretor geral da Adab, Cássio Peixoto.
“Agora projeta-se um fortalecimento do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa e um novo cenário para a pecuária nacional tornando-a mais igualitária, competitiva e com possibilidades reais de inclusão social, alinhando-se, dessa forma, com o grande projeto nacional de aceleração do crescimento”, finaliza Cássio Peixoto.
ZONA TAMPÃO
A Zona Tampão no Estado da Bahia compreendia uma área de 58.201 km², situada no norte do Estado. Ela foi estabelecida pelo MAPA como uma área de proteção para impedir a entrada de animais com possibilidade de estarem infectados pelo vírus da aftosa, uma vez que a Bahia faz divisa com estados cujo risco de infecção, até então, era desconhecido. O rebanho local possui uma população de 255 mil bovinos, 600 mil caprinos e 240 mil ovinos. Em nível de serviços de atenção veterinária possui duas gerências técnicas, oito escritórios de atendimento à comunidade, oito barreiras fixas e diversas móveis com efetivo de 64 auxiliares de fiscalização, 17 auxiliares administrativos e nove médicos veterinários.
Apesar dos avanços obtidos com o estabelecimento desta área, no decorrer dos últimos 10 anos, ainda permaneciam restrições comerciais significativas de impacto econômico regional. “Quase dez mil criadores ficavam à margem do setor pecuário, reduzindo drasticamente a geração de emprego e renda e comprometendo a capacidade de atração de investimentos para o Estado”, avalia Ricardo Barata, presidente da Associação dos Criadores de Gado do Oeste da Bahia (Acrioeste), ressaltando ainda que a manutenção da Zona Tampão provocava entraves significativos no desenvolvimento das cadeias produtivas, inviabilizando a qualidade e a conformidade dos rebanhos e produtos deles gerados.
“Essa realidade contrariava toda política pública de estímulo e apoio à agricultura familiarl”, ressalta o presidente da Federação da Agricultura do Estado da Bahia (Faeb), João Martins. Em sua avaliação, os resultados alcançados no segmento da defesa sanitária animal na região da Zona Tampão já indicavam o pleno cumprimento com o seu papel estabelecido técnica e legalmente em suporte ao Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNFA).
Ascom Adab/Seagri
Ivana Ramacioti / Josalto Alves
3115-2794 3116.8461
PRIMEIRA REUNIÃO 2011
Todos os sócios estão convocados para a primeira reunião de 2011, a realizar-se no dia 25 de janeiro de 2011, com a seguinte pauta:
Exposertão 2011
Comodato do Parque de Exposições
Atualização cadastral dos sócios
Definição da diretoria
Att. Maurício Souza Cruz
Diretor de Eventos
Jefferson Carneiro
Presidente
Exposertão 2011
Comodato do Parque de Exposições
Atualização cadastral dos sócios
Definição da diretoria
Att. Maurício Souza Cruz
Diretor de Eventos
Jefferson Carneiro
Presidente
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Linfadenite Caseosa - recomendações e medidas profiláticas


O Nordeste é a região brasileira onde observa-se a maior frequência deste enfermidade, devido à grande concentração destes pequenos ruminantes, da vegetação contendo espinhos e da falta de orientação adequada aos criadores de caprinos e ovinos, quanto à sanidade de seu rebanho. Estes fatores são de grande relevância na transmissão e disseminação desta patogenia. Para a caprino-ovinocultura nacional trata-se de um sério problema, com perdas econômicas evidenciadas através da diminuição de produção de leite, da desvalorização da pele devido às cicatrizes, ao custo das drogas e da mão de obra para tratar os abscessos superficiais. As perdas na produção são observadas quando o linfonodo afetado está localizado em áreas específicas (mandíbula, região crural, úbere), diminuindo as atividades normais do animal, como a mastigação, a locomoção no pasto, a procura de alimentos e a lactação. Na forma visceral, a doença atinge órgãos o que resulta no emagrecimento, na condenação de carcaças e na morte do animal.
Transmissão
A disseminação do agente etiológico desta doença no meio ambiente deve-se a rutura dos abscessos, cujo material segregado contém um elevado número de organismos viáveis, a habilidade desta bactéria sobreviver no solo por um período longo confirma a presença constante deste agente nos criatórios. A sobrevivência e a persistência do microrganismo em relação ao tempo em diferentes objetos, são as seguintes:
animal: sem limite;
madeira: 1 semana
palha: 3 semanas
forragem (feno): 8 semanas
solo: 8 meses
Outros fatores, como concentração de animais, ferimentos na pele e umidade, concorrem altamente para a transmissão da doença. Quando um animal infectado é introduzido num rebanho livre da doença, dentro de dois a três anos ocorre uma alta incidência do aparecimento de abscessos em todo rebanho.
Os métodos principais de propagação desta doença entre uma propriedade e outra são: a introdução de animais infectados e os equipamentos contaminados (tatuadores, brincadores, etc). Enquanto que, os métodos essenciais de disseminação entre os animais são: a tosquia, na tatuagem, a marcação, na castração, no corte de cauda, na vacinação e contato entre o material purulento dos animais e instalação.
Medidas Profiláticas
Ainda não existe definição quanto ao tipo e à eficiência das vacinas existentes, portanto recomenda-se, como medida profilática, a incisão cirúrgica dos abscessos periféricos antes que se rompam espontaneamente. Uma vacina viva atenuada foi desenvolvida pela Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, mostrando uma eficiência de 83,33% na prevenção do aparecimento de abscessos superficiais, em caprinos vacinados aos 3 meses e acompanhados por um período de 8 meses. Outro tipo de vacina utilizado é o toxóide a 3%, que conseguiu conter a disseminação do agente infectivo a outras partes do corpo do animal, mostrando resultados promissores. Devido ao período longo de incubação desta doença e à ausência de lesões visíveis à formação dos abscessos, é difícil distinguir clinicamente os animais infectados dos não infectados.
Geralmente, o tratamento com antibióticos não é recomendável economicamente, porque esta terapia demora semanas ou até meses. Além do mais, é quase impossível erradicar esta doença com este tratamento, pois os antibióticos não penetrarem na cápsula dos abscessos. O controle deve ser realizado através de medidas imunoprofiláticas. Para isto, todos os esforços devem ser feitos no sentido de se eliminarem ou reduzir as fontes de infecção e/ou propagação da doença nos rebanhos.
Diagnóstico
No animal vivo ou na carcaça, os métodos utilizáveis para o diagnóstico da doença são:
Realizar exame clínico de palpação dos linfonodos superficiais para verificar se estão aumentados
aspirar o material do(s) abscesso(s) para cultura (isolamento e identificação do agente);
realizar teste sorológico: teste de Inibição da Hemólise Sinérgica (IHS) e ELISA
nas carcaças, deve-se realizar o exame pós-mortem para verificar a presença de abscessos nos linfonodos internos e órgãos, como fígado, pulmão, etc.
Sintomas e causas que confundem no diagnóstico da LC na forma superficial e visceral
Forma superficial
Abscessos causados por Actinomyces pyogenes; Stafilococcus aureus
Edema submandibular (Fascíola hepática e Hemoncose)
Cisto salivar
Linfosarcoma; outros tumores
Inoculação subcutânea de vacinas
Forma Visceral
Subnutrição; Parasitismo
Doença de Jojnes"s
Scrapie
Adenomatose pulmonar
Pasteurelose
Neoplasia
Paratuberculosis
Recomendações
Diante das medidas profiláticas existentes deve-se seguir rotineiramente as recomendações seguintes:
Fazer inspeção periódica do rebanho;
eliminar na medida do possível, os animais com abscessos;
tratar os abscessos, não deixando que se rompam espontaneamente pois o pús constitui foco ativo de infecção; tratar e desinfetar o umbigo dos animais recém-nascidos e/ou qualquer tipo de ferimento superficial com solução de iodo a 10%.
Não é recomendável a prática de injetar solução de formol a 10% nos abscessos aumentados (visíveis, pois este reagente é irritante/cáustico aos tecidos (pele, mucosas e pulmões). A solução de formol com a concentração de 1 a 10% é empregada como desinfetante de superfícies, pois possui propriedade potente contra todos os organismos, inclusive esporos. O uso da solução de formol em animais para consumo humano também não é recomendado devido ao efeito residual acumulativo do produto, causando toxidez nos tecidos dos animais, o que poderá acarretar transtornos. A utilização de formol em animais nos EUA é proibido porque é cangerígeno.
Procedimentos na abertura de abscessos
Materiais a serem utilizados:
1.Algodão hidrófilo, gaze;
2.papel toalha, jornal;
3.água e sabão;
4.aparelho e lâmina para tricotomia (raspagem dos pêlos);
5.álcool;
6.solução de iodo a 10%;
7.repelente (mata bicheira);
8.pinça e/ou qualquer instrumento de madeira (20 cm de comprimento por 1,5 cm de diâmetro);
9.bisturi com lâmina (poderá ser utilizado qualquer instrumento cortante).
OBS: Todos os instrumentos deverão estar desinfetados em água fervente ou álcool.
Procedimento
Isolar os animais com abscesso;
Fazer a abertura dos abscessos fora do aprisco, em lugar próprio que permita boa desinfecção e destruição da massa purulenta.
Seguir os seguintes passos:
Preparar a região fazendo raspagem dos pêlos (tricotomia);
Fazer assepsia da área com solução de álcool iodado (iodo 10% e álcool a 70%);
incisão vertical longa, na região mediana ao bordo inferior do abscesso, para facilitar a drenagem e limpeza interna do mesmo;
papel toalha, pressionar para retirada de todo material, tendo o cuidado para conservá-lo em saco plástico ou balde;
Retirar todo o material purulento, usando gaze ou algodão enrolado em uma pinça ou instrumento de madeira (ver material acima);
Aplicar solução de iodo a 10% interna e externamente;
Embeber uma gaze com a mesma solução de iodo e deixar dentro do local incisado (servirá como dreno), prevenindo a disseminação e a contaminação do meio ambiente. A gaze irá ajudar a absorver o material infectivo restante e a prevenir contra miíase (bicheira);
Aplicar "spray" repelente, se necessário;
Isolar o animal em uma área própria e retiar a gaze (dreno) em 24 horas;
Repetir os procedimentos dos itens f, g, h durante dois dias;
Queimar e enterrar o material purulento;
Desinfetar os instrumentos em álcool por imersão e flambar, ou em água fervente, ao final de cada procedimento;
Os instrumentos que forem utilizados para a abertura dos abscessos deverão ser usados somente para este propósito.
http://www.sinueloagropecuaria.com.br/
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Método Famacha


O parasitismo pela verminose gastrintestinal constitui-se em um dos principais fatores limitantes à exploração de caprinos e ovinos, em conseqüência do comprometimento na produtividade do rebanho. Dos vermes que parasitam caprinos e ovinos, destaca-se o Haemonchus contortus, que parasita 100% dos animais e representa 80% de suas cargas parasitárias.
O Haemonchus contortus é responsável por um quadro clínico severo de anemia, sendo o verme que causa maiores danos ao organismo dos animais. As perdas econômicas são decorrentes da baixa produtividade, geralmente observada no período seco e da alta mortalidade, que ocorre principalmente na estação chuvosa.
O controle de verminose em caprinos e ovinos é realizado principalmente com o uso de vermífugos. No entanto, a maioria dos produtores não vermifuga adequadamente seus rebanhos. Dessa forma, os vermífugos são administrados sem base técnica, visando apenas a atender a um programa fixo de controle e/ou quando o rebanho é recolhido, para adoção de outras medidas de manejo. Consequentemente, tem sido observada uma forte redução na eficácia dos vermífugos, resultando no aparecimento de resistência parasitária a vários grupos químicos.
Atualmente, as alternativas de controle são escassas, principalmente na caprinocultura leiteira, já que os vermífugos que ainda apresentam alguma eficácia, geralmente não podem ser utilizados em matrizes que produzem leite para consumo humano, devido à presença de resíduos químicos, sendo que os fármacos com menor período de carência não são eficazes em função da alta freqüência de resistência parasitária.
venda mundial de produtos veterinários é da ordem 15 bilhões de dólares anuais, sendo 27% representada por parasiticidas. No Brasil, o comércio com estes produtos alcança 42% de um volume de vendas equivalente a 700 milhões de dólares anuais. O alto consumo de endoparasiticidas é estimulado pela elevada prevalência dos vermes, facilidade de acesso aos produtos químicos sem prescrição do veterinário, orientações incorretas, cultura do produtor e a intensa divulgação na mídia. Diante desse quadro e com a persistência do uso incorreto de drogas, muito em breve, as fontes de controle químico não apresentarão o mínimo de eficácia, o que acarretará sérios prejuízos para a produção animal.
O esquema estratégico preconizado para o controle de verminose em pequenos ruminantes tem o objetivo de controlar os vermes quando eles estão em menor número na pastagem, isto é, na estação seca. Este programa a curto prazo tem proporcionado excelentes resultados, entretanto, quando utilizado por período prolongado (mais de cinco anos), toda a população de parasitos corre o risco de se tornar resistente. Considerando o quadro exposto, pesquisadores da África do Sul desenvolveram o método FAMACHA que tem como objetivo identificar clinicamente animais com diferentes graus de anemia em decorrência da infecção por H. contortus, possibilitando o tratamento de forma seletiva e sem a necessidade de recorrer a exames laboratoriais.
O método FAMACHA se baseia no princípio da relação existente entre a coloração da mucosa conjuntiva ocular e o grau de anemia, permitindo identificar os animais capazes de suportar uma infecção por H. contortus (Tabela 1).
No método FAMACHA, recomenda-se medicar o menor número possível de animais. A mucosa ocular de todos os animais deve ser observada periodicamente para diagnosticar a necessidade ou não de sua vermifugação.
O exame é feito comparando-se as diferentes tonalidades da mucosa conjuntiva ocular com as existentes em um cartão guia ilustrativo (Figura 1), que auxilia na determinação do grau de anemia dos animais. Com base nesse exame, deverão ser vermifugados apenas os animais que apresentam anemia clínica por verminose (graus Famacha 3, 4 e 5), ficando sem receber medicação aqueles que não mostram sintomas clínicos, isto é, os que forem classificados nos graus 1 e 2.
Para regiões semi-áridas, animais explorados em regime extensivo devem ser examinados a cada 15 dias no período chuvoso e mensalmente no período seco. Já para animais mantidos em pastagens irrigadas ou criados em regiões com precipitação pluviométrica superior 1.000 ml/ano, recomenda-se que o exame seja feito com intervalo de 10 dias.
A cada exame, os animais que necessitam ser vermifugados deverão receber uma marcação. Quando o intervalo de exames for de 15 dias, devem ser descartados do rebanho aqueles animais que necessitem ser vermifugados quatro ou mais vezes, num período de dois meses. Quando o intervalo dos exames for mensal, devem ser descartados do rebanho os animais que necessitem ser vermifugados quatro ou mais vezes num período de quatro meses.
O método FAMACHA não é limitante para grandes rebanhos, já que após o examinador adquirir uma certa experiência e contando com instalações adequadas para a contenção dos animais é possível examinar até 250 animais no período de uma hora. O método vem sendo aperfeiçoado desde o fim da década de 90, estando atualizado e isento de falhas que possam conduzir a erros de diagnóstico.
O método FAMACHA apresenta os seguintes benefícios em relação a vermifugação estratégica: permite que haja persistência de uma população sensível no meio ambiente; mantém a eficácia anti-helmíntica por um período maior e com isso; o aparecimento de resistência parasitária tende a ser retardado; proporciona uma economia média de 50% nos custos com a aquisição de vermífugos, reduz a contaminação por resíduos químicos no leite, na carne e no meio ambiente, permite a seleção de animais geneticamente resistentes a verminose, além de ser simples, barato e fácil de ser repassado, inclusive para pessoas com baixo nível de escolaridade.
O método FAMACHA é uma tecnologia que beneficia diretamente o produtor, uma vez que apresenta uma relação custo-benefício positiva, além de ser de grande praticidade. Em virtude destas características, foi difundido rapidamente nas regiões onde o nematódeo H. contortus é predominante.
Assinar:
Postagens (Atom)
